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SEXTA-FEIRA, 03 DE OUTUBRO DE 2014 - Por: Vanessa Nozaki

Proteína na Alimentação dos Corredores



Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
O consumo de alimentos ricos em proteína irão fornecer aminoácidos para diversas funções no organismo, dentre elas destacamos: construção e manutenção dos tecidos, formação de hormônios, anticorpos, enzimas e oferta de energia (5 a 15%). Na falta de carboidrato, principal fonte de energia, a proteína será desviada das outras funções e será metabolizada para gerar energia .

Em atividades de endurance a recomendação de proteínas gira em torno de 1,2g/kg/dia, entretanto se houver treinamento de força a recomendação poderá ser maior. Essa quantidade de proteína normalmente é suprida por meio da alimentação, mas pode-se complementar a demanda com o uso de suplementos proteicos, cuidando para não extrapolar a quantidade diária. O profissional da área irá calcular as necessidades de cada atleta conforme seu peso, idade, sexo, etc., e já contará com os alimentos e os suplementos (se houver necessidade).

Na alimentação podemos adquirir proteínas de fontes vegetais e animais, vejam algumas opções.





Um exemplo:

Um indivíduo de 70kg deve ingerir 84g de proteína por dia que serão distribuídos assim:
Café da manhã: 1 copo de leite (7,2 g)
  1 fatia de queijo minas frescal (3,48g)
Lanche da manhã:1 iogurte grego (4,6g)
Almoço:2 bifes pequenos (22,4g)
  1 concha de feijão (28g)
Lanche da tarde: 10 castanhas de caju (5,6g)
Jantar:1 coxa de frango (17,6g)
Total:88,9g de proteína (4,9g acima da recomendação)

Obs: Lembrando que foram colocados aqui apenas os alimentos fonte de proteína (para observarmos quanto de proteína consumimos por dia) e que diariamente devemos colocar também outros nutrientes como carboidratos (arroz, batata, massas, etc.), vitaminas, minerais e fibras (frutas e vegetais), gorduras (azeites, óleos, etc). Esse é apenas um exemplo de como normalmente a população ultrapassa a quantidade de proteína necessária por dia.

Outro fator importante é que toda proteína em excesso também se transforma em gordura corporal.

Referências:
  • Biesek S, Alves LA, Guerra I. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri: Manole, 2005.
  • Hargreaves M, Snow R. Amino acids and endurance exercise. Internacional Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism, v.11, 2001, p133-45. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos - 4ª Edição- 2011.

Vanessa Taís Nozaki


Vanessa Taís Nozaki
Nutricionista com doutorado em saúde pela UFMS.
Contato: vanessa.tais@icloud.com


 COMENTÁRIOS (1)

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VANESSA QUEIROZ
É muito importante ter auxílio médico para se alimentar conforme a atividade física praticada, ótimas dicas. http://www.planodesaudenota10.com.br/